Cidadão Anônimo
Escritor, fotógrafo, historiador, filósofo, esportista e cheio de vida, porém com o coração vazio.
Posso filosofar ao vento e esquecer o tempo, caminhar pela estrada vazia ou olhar a paisagem à minha volta, mas nada pode substituir a ausência do amor.
Só quando olhamos nos olhos da pessoa que nos escolheu para pertencer a ela é que realmente conseguimos ver o quanto a vida é harmônica com o saber, a beleza e a plenitude das virtudes de quem está apaixonado e tem seu amor correspondido.
Onde errei? Será que errei? Ou quem errou? Pior: houve erro?
Dúvidas e mistérios complementam a vivência deste cidadão errante, mas persistente, que ama aprender sempre um pouco mais a cada dia, porém se esqueceu de perceber a vida das demais pessoas à sua volta, para poder vislumbrar a própria existência pelos olhos daqueles que se importam.
Talvez eu seja único ou um nômade em terra alheia, mas sigo sereno e paciente neste lugar que me contém. Contemplo a linda paisagem diante de mim, até que um novo sol nasça e, quem sabe, com esse nascimento, a solidão venha a desaparecer.
Sou um nômade errante, mas, até na solidão, há romance em nossas vidas.